Vem ter comigo,
enquanto ainda chove,
numa destas tardes
de fim da Primavera.
Quero mostrar-te
o meu desenho novo,
feito de azul e água,
no caderno que me deste.
Porque no céu,
ao meio da tarde,
se estendem
nuvens brancas,
vagarosamente.
Vem ouvir a música
do disco que comprei
e te vou oferecer depois.
Este mês que passou,
tu não vieste ver
os meus olhos
perdidos por ti.
Talvez dentro de ti
se tenha calado,
para sempre,
a minha voz...
Traz-me o mar
da tua vida,
atira-mo em surdina
contra a minha face.
Talvez eu nada
mais mereça.
Mas vem.
Eu preparo o chá vermelho
que tu gostas...
domingo, 19 de maio de 2013
sábado, 18 de maio de 2013
sexta-feira, 17 de maio de 2013
quarta-feira, 15 de maio de 2013
O Famoso Caderno. O teu Rosto.
Se eu pudesse descrever uma imagem
na minha poesia, seria a do teu rosto,
o teu rosto a silenciar os segredos da tua vida.
A outra imagem que eu descrevesse, seria
a do mar revolto, onde o teu rosto descansaria
e em que os teus olhos vivos pudessem navegar.
Finalmente, o teu corpo seria o fim sem fim
dessa poesia e tu inteira e liberta triunfarias
sobre as vagas e a espuma branca da minha mão.
na minha poesia, seria a do teu rosto,
o teu rosto a silenciar os segredos da tua vida.
A outra imagem que eu descrevesse, seria
a do mar revolto, onde o teu rosto descansaria
e em que os teus olhos vivos pudessem navegar.
Finalmente, o teu corpo seria o fim sem fim
dessa poesia e tu inteira e liberta triunfarias
sobre as vagas e a espuma branca da minha mão.
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