Porque é bonito
eu escrever-te.
Os aviões passam
muito alto
sobre Lisboa.
As crianças brincam
nos baloiços
e ouvem-se na estridência
da sua alegria.
Os adolescentes atravessam
o passeio, convencidos
da sua imagem do Mundo.
As nuvens correm
rápidas no céu.
Vem a noite,
cai a chuva.
Escrevo-te agora,
com um cigarro aceso
e um café fumegante.
Passam carros devagar
na rua deserta.
Escrevo-te
com ternura.
Escrevo,
amiga.
Escureceu tanto
e chove,
chove sem parar.
E os semáforos ali ficaram,
intermitentes
e inúteis,
pela noite fora.
sábado, 9 de março de 2013
sexta-feira, 8 de março de 2013
segunda-feira, 4 de março de 2013
domingo, 3 de março de 2013
domingo, 24 de fevereiro de 2013
domingo, 17 de fevereiro de 2013
O Famoso Caderno. Adeus.
Foi tão sereno,
o último adeus.
Foram as estrelas
e a brisa suave do mar
que to disseram.
O novo Mundo,
que é um sonho meu.
As montanhas distantes
e as serpentes ao Sol.
O voo do bando de aves
que se afastou no horizonte.
Adeus.
Um último,
breve, adeus.
E foi só.
o último adeus.
Foram as estrelas
e a brisa suave do mar
que to disseram.
O novo Mundo,
que é um sonho meu.
As montanhas distantes
e as serpentes ao Sol.
O voo do bando de aves
que se afastou no horizonte.
Adeus.
Um último,
breve, adeus.
E foi só.
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