sexta-feira, 23 de novembro de 2012
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
terça-feira, 20 de novembro de 2012
O Famoso Caderno. Carlos Sousa Ramos.
Para ti amigo meu:
"ABRAÇO"
Abraço
aquele acto visto estranho
no meio de mar de gente
que não sabe o que é urgente.
Abraço
feito de improviso presente
onde se desenha o traço
de uma alegria pungente.
Abraço
que afaga a dor existente
pela perda insistente
de uma qualquer contínua vida.
Abraço
de rapariga com rapaz
antevendo o início
de uma relação capaz.
Abraço
entre o velho e o jovem
mostrando que ambos podem
ser filhos do universo.
Abraço
que cura, que é energia pura
onde andas tu?
Por Lisboa junto ao Lopes....
(Carlos Sousa Ramos - inédito)
"ABRAÇO"
Abraço
aquele acto visto estranho
no meio de mar de gente
que não sabe o que é urgente.
Abraço
feito de improviso presente
onde se desenha o traço
de uma alegria pungente.
Abraço
que afaga a dor existente
pela perda insistente
de uma qualquer contínua vida.
Abraço
de rapariga com rapaz
antevendo o início
de uma relação capaz.
Abraço
entre o velho e o jovem
mostrando que ambos podem
ser filhos do universo.
Abraço
que cura, que é energia pura
onde andas tu?
Por Lisboa junto ao Lopes....
(Carlos Sousa Ramos - inédito)
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
terça-feira, 13 de novembro de 2012
O Famoso Caderno. Desta Vez.
Digo-te,
por estas palavras,
que não há consolo para as horas
em que o tempo é senhor das dores,
estas mesmas,
magoadas,
em cascata,
cada uma depois de outra,
uma e outra,
de cada vez.
Guardo as melhores lembranças
das celhas esquecidas com água
suja de sabão,
as molas gastas
de prender barrelas fora de tempo,
as janelas abertas
e do amor,
de tão novo, o único,
impúdico,
amor,
um trapo encardido,
ensanguentado,
gritado de noite,
sem que o pressentisses,
alguma vez.
Roupa branca,
estendida ao Sol.
E tu,
de costas viradas
para a luz,
cozinhavas três pratos
de uma só vez,
só por ser domingo,
ou outra vez.
por estas palavras,
que não há consolo para as horas
em que o tempo é senhor das dores,
estas mesmas,
magoadas,
em cascata,
cada uma depois de outra,
uma e outra,
de cada vez.
Guardo as melhores lembranças
das celhas esquecidas com água
suja de sabão,
as molas gastas
de prender barrelas fora de tempo,
as janelas abertas
e do amor,
de tão novo, o único,
impúdico,
amor,
um trapo encardido,
ensanguentado,
gritado de noite,
sem que o pressentisses,
alguma vez.
Roupa branca,
estendida ao Sol.
E tu,
de costas viradas
para a luz,
cozinhavas três pratos
de uma só vez,
só por ser domingo,
ou outra vez.
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