domingo, 9 de setembro de 2012
O Famoso Caderno. Outono.
Fecho os olhos no sofá.
Já não me sobressaltam
as malandrices de bairro,
que pressinto ao longe.
Ouço música em silêncio.
Há muito tempo esqueci
as grosserias de oficina,
o sorriso que imagino,
inevitavelmente,
nos seus rostos oblongos.
E a barulheira de crianças
soltas, ao deus-dará.
As pausas, angústias
estúpidas, essas feridas.
E os apagões breves,
mas tão insistentes.
Acendo um cigarro.
E espero pelo Outono,
pela chuva e o tempo frio.
Já não me sobressaltam
as malandrices de bairro,
que pressinto ao longe.
Ouço música em silêncio.
Há muito tempo esqueci
as grosserias de oficina,
o sorriso que imagino,
inevitavelmente,
nos seus rostos oblongos.
E a barulheira de crianças
soltas, ao deus-dará.
As pausas, angústias
estúpidas, essas feridas.
E os apagões breves,
mas tão insistentes.
Acendo um cigarro.
E espero pelo Outono,
pela chuva e o tempo frio.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
O Famoso Caderno. Mediocridade.
Hoje não pensei
na consequência
dos meus actos,
mas não deixei
de viver um dia
vulgar, um dia
sem história.
na consequência
dos meus actos,
mas não deixei
de viver um dia
vulgar, um dia
sem história.
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