quarta-feira, 8 de agosto de 2012
O Famoso Caderno. Rotina.
O segredo afinal
está na conjunção
destes dois olhares:
aquele com que vejo
e um outro ainda,
simultâneo,
com que me vejo
a olhar.
está na conjunção
destes dois olhares:
aquele com que vejo
e um outro ainda,
simultâneo,
com que me vejo
a olhar.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
O Famoso Caderno. Manhã.
Límpida manhã de Verão,
manhã lisa e fresca.
Manhã sumarenta,
como são os frutos
que agora amadurecem.
Água pura,
ou manto de luz serena,
o olhar distante.
Cristal que tudo aclara,
tecido macio de cores
tão suaves,
doce chilrear
de pequenas aves.
manhã lisa e fresca.
Manhã sumarenta,
como são os frutos
que agora amadurecem.
Água pura,
ou manto de luz serena,
o olhar distante.
Cristal que tudo aclara,
tecido macio de cores
tão suaves,
doce chilrear
de pequenas aves.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
domingo, 5 de agosto de 2012
O Famoso Caderno. Momento.
Que a frescura da manhã
venha morar nesta sala.
A paz dos longínquos horizontes.
Que não haja lugares-comuns
onde o vento espreita, nem
mais nada fique por conhecer
da sua errância tão livre.
Venham depois as aves beber
a água das fontes e os peixes
e os cisnes, na sua deriva
permanente, venham juntos
acender o Sol desta manhã.
Que eu respire profundamente
a eternidade num só instante.
venha morar nesta sala.
A paz dos longínquos horizontes.
Que não haja lugares-comuns
onde o vento espreita, nem
mais nada fique por conhecer
da sua errância tão livre.
Venham depois as aves beber
a água das fontes e os peixes
e os cisnes, na sua deriva
permanente, venham juntos
acender o Sol desta manhã.
Que eu respire profundamente
a eternidade num só instante.
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
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